Marcelinho faz só dois pontos, se desdobra e recebe elogios do "chefe"







Basquete NBB marcelinho machado flamengo e Bauru (Foto: Divulgação)

Uma partida depois de marcar 31 pontos e ultrapassar nada menos do que os 8 mil pontos com a camisa do Flamengo, Marcelinho experimentou um raro dissabor, mas conseguiu dar a volta por cima. No jogo 3 das quartas de final do NBB contra o Bauru, no sábado, o ala só marcou dois pontos na vitória flamenguista, entretanto, foi bem importante para o triunfo flamenguista que deixou o time a uma vitória das semifinais do NBB. É que, ciente de que as suas bolas não estavam caindo, o veterano foi mais presente na armação (seis assistências) e até nos rebotes (sete), boas marcas para a sua função.

– Vou ser bem sincero, não é uma situação confortável e não estou acostumado a isso. Mas a gente não entra no jogo pensando em fazer ponto, pensa em ajudar. Quando eu percebi que o time estava bem e estava todo mundo pontuando, exceto eu, decidir jogar o jogo que o jogo estava pedindo. E pude ajudar o time a vencer. A gente fez uma grande partida ofensivamente, mesmo sem os meus pontos – comentou Marcelinho.

Questionado sobre o desempenho do seu principal jogador, o técnico do Flamengo, José Neto, comemorou a entrega de Marcelinho em quadra, mesmo não estando em uma jornada boa no seu melhor quesito. Por acreditar que o ala poderia oferecer além de pontos, o treinador deixou o astro do time em quadra por 29 minutos.

– O Marcelinho preocupa muito o adversário dentro da quadra, puxando a marcação. Ele ficou até o terceiro quarto sem fazer nenhum ponto, mas o que eu deixei ele em quadra, porque a presença dele ajuda demais, mesmo não pontuando. Ele mostrou que é importante mesmo quando não faz tantos pontos. Ficou claro que o Flamengo é formatado para entrar em quadra e jogar como equipe, mas sabendo aproveitar o Marcelinho – disse o técnico.

Para o jogo 4 da série contra o Bauru, na segunda-feira, às 19h (de Brasília), novamente no Panela de Pressão, em Bauru, Marcelinho espera voltar a chamar a atenção pelos ótimos números ofensivos. Mas se a história de sábado for repetida, tudo bem, segundo ele:

– Se eu fizer dois pontos e a gente ganhar, eu estarei feliz. Temos uma equipe forte que consegue preocupar o adversário de uma maneira mais conjunta. Nós temos um grupo forte, um time forte. A gente não se prepara para jogar para um ou para outro jogador. A gente se prepara para jogar como um time.
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