Jogadores do Flamengo creditam torcida por destempero do Aguada







A torcida do Flamengo não chegou a lotar o Maracanãzinho nas semi-finais da Liga das Américas, mas influenciou muito com o que estava acontecendo dentro de quadra. Pelo menos é assim que pensam os jogadores do clube carioca. Durante o segundo período da vitória por 113 a 81 sobre o Aguada, Javier Espíndola, técnico dos uruguaios, se revoltou com a marcação de uma falta antidesportiva e acabou tomando 2 faltas técnicas seguidas. A expulsão do treinador desencadeou uma série de demonstrações de nervosismo e falta de controle dos visitantes.

O ala-armador Marcelinho Machado enalteceu os torcedores rubro-negros, mas lembrou que às vezes essa euforia pode ser prejudicial: "A torcida coloca uma pressão muito grande no adversário. A do Flamengo não é uma qualquer, sabe pressionar, e eles sentiram isso. Tivemos um começo muito bom, depois entramos na euforia da torcida e nos precipitamos em umas bolas, eles chegaram no jogo. Quando estávamos abrindo de novo, eles se precipitaram e só facilitaram o nosso trabalho".

O ala Marquinhos, por sua vez, revelou que a desestabilização do adversário fazia parte da estratégia do Fla na partida. "A gente sabia que tinha que botar pressão no time deles, trazer a torcida pro jogo, e foi o que fizemos.  Felizmente, eles não conseguiram aguentar e pudemos aproveitar esse ponto fraco deles", assumiu. Mesmo evitando falar sobre as decisões da arbitragem na partida, o pivô Jerome Meyinsse colocou a torcida como fator importante em todo o jogo: "Não posso falar muito, mas acho que a nossa torcida ajudou muito a desestabilizar o outro time, essas coisas (faltas técnicas e antidesportivas) acontecem."

Neste sábado, o Flamengo entra em quadra para enfrentar o Pinheiros na luta pelo título inédito da Liga das Américas.

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