Olivinha fala sobre bola de 3 em momento decisivo







A pressão era grande. O placar que chegou a apontar 19 pontos de vantagem para o Flamengo já não apresentava mais dois dígitos. O Brasília tinha encostado de vez. E quando a distância que separava as equipes era apenas de quatro, a 40s do fim do jogo, Olivinha correu para a linha de três. Sem marcação, pediu a bola e não pensou duas vezes. Com frieza, chutou dali mesmo e fez seu time respirar. No sábado, ao deixar a quadra da Arena da Barra com a vitória na estreia no NBB 6 e 19 pontos na conta, o ala-pivô se divertia com o fato de ter se sentido na pele de seu capitão naquele momento decisivo.

- Já me disseram que foi a bola-chave da partida (risos). Marcelinho brincou comigo. Antes do jogo, me chamou para conversar. Ele me deu apoio e acabei acertando aquela bola de três. Joguei improvisado na lateral, na posição dele, e tive meu dia de Marcelinho (risos). Fico feliz de ter podido ajudar o Flamengo - disse. 

O primeiro teste na temporada 2013/2014 da competição foi marcado pela superação do novo grupo. Desfalcado de Marquinhos, Marcelinho e Jerome Meyinsse, o time da Gávea se uniu ainda mais para contornar o problema. Atitude elogiada por Olivinha, que se transformou no sexto jogador na história do torneio a alcançar a marca de 3.000 pontos. Antes dele, apenas Marquinhos (3.012), Murilo (3.041), Alex Garcia (3.145), Shamell (3.228) e Marcelinho (3.621, com uma temporada a menos). 

-  Isso só mostra a qualidade do nosso grupo. Quem entrou supriu as ausências muito bem. Jogamos com determinação. Conseguimos executar a defesa, permitindo que eles só fizessem 28 pontos no primeiro tempo, o que é difícil de acontecer. Depois abrimos 19 pontos no terceiro quarto e administramos bem até o fim. Essa foi uma vitória para dar moral. Exatamente por ter sido sem três jogadores titulares e em cima do nosso maior rival.
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