Como foi o jogo de estreia do Flamengo no Estadual







O Flamengo entrou em quadra com Gegê, Olivinha, Benite, Nicolas Laprovittola e Jerome Meyinsse. O primeiro quarto teve muitos gritos das arquibancadas, que refletiram na postura do time, partindo para cima, principalmente a partir das boas armações de jogada de Gegê e Laprovittola.

A equipe de José Neto logo abriu o confronto com Benite. Com seis minutos para o fim e 11 a 5 no placar, Marcelinho e Marquinhos foram para o aquecimento. Os dois entraram nos lugares de Gegê e Benite. Marquinhos tomou uma chamada do camisa 4 ao deixar um dos rivais entrar no garrafão e marcar, empatando o duelo em 11 a 11. O time da Gávea voltou à dianteira, mas o rival tornu a encostar no fininho com três pontos de Russo. Mesmo em casa, a partida não era nada fácil. A parcial ficou em 19 a 16.

Na primeira jogada de ataque do Fla no segundo quarto, um passe perfeito de Marcelinho possibilitou a enterrada do americano Meyinsse, que agradeceu ao camisa 4 e levantou a torcida: 21 a 16. Com 8m24s faltando para o intervalo, o camisa 55 rubro-negro derrubou Casé. Os dois bateram boca, mas os ânimos foram apaziguados pelos companheiros. O camisa 10 de Campos errou os dois lances livres, mas deu o troco na jogada seguinte enganando o estreante em uma chegada ao garrafão e marcando dois pontos.

Uma jogada incrível esquentou de novo o duelo. O Fla errou na saída de bola e Laprovittola ficou sozinho com dois adversários no garrafão. Vinicius saltou para marcar, mas a bola rodou no aro e saiu. Ele tentou de novo, mas errou. A defesa conseguiu se recuperar, e o Rubro-Negro saiu sem levar o ponto: 23 a 20. Os atletas de Campos bateram boca com o juiz porque queriam lances livres, mas nada foi marcado. Com quatro minutos para o fim, houve um lance que parecia replay da jogada anterior. Mas quem errou pelo Fla foi Marcelinho na saída e, pelo time do interior, o camisa 11, Arnaldinho, na bandeja. Meyinsse agradava aos flamenguistas pela raça. Foi ele que, em jogada individual, peitou o rival e abriu 27 a 23. E, em seguida, recebeu de Laprovittola e fez 35 a 26.

Se o Fla ainda era irregular, o time de Campos falhava bastante. Com a orientação de José Neto, o Rubro-Negro começou a engrenar. Laprovittola cadenciou, Benite entrou no garrafão e buscou Olivinha, que marcou bonito, abrindo o terceiro quarto. O argentino fez uma jogada que lembrou Ronaldinho Gaúcho, olhando para um lado e tocando para Meyinsse, no outro, saltar e enterrar: 39 a 26.

O americano, enfim, saiu para o banco de reservas. Ele ganhou cumprimentos dos companheiros de equipe pela boa atuação. Marcelinho voltou à quadra, assim como Marquinhos. O argentino Laprovittola também saiu e ficou entre os suplentes, mas retornou com 1m42s para o fim do terceiro quarto. O Flamengo já dominava o jogo e fechou a parcial em 55 a 46.

No último quarto, a torcida começou a repetir nas arquibancadas do ginásio algumas das canções entoadas nos jogos de futebol. Tranquila com a vantagem, passou a apoiar ainda mais os jogadores. Em uma boa jogada de Marcelinho pelo fundo da quadra, Meyinsse recebeu e lutou muito para ganhar lances livres. O Flamengo abria 63 a 52. O time aumentou em bela bandeja de Olivinha, que teve seu nome bastante gritado pelos flamenguistas.

Os atletas de Campos voltaram a se irritar em uma dividida que deixou Marquinhos no chão, em um contra-ataque. Para o juiz, houve irregularidade a favor do Flamengo, o que desencadeou o bate-boca. Compenetrado, o camisa 11 não desperdiçou: 69 a 57. Os rivais tentavam, principalmente com Arnaldinho e Casé, encontravam dificuldades. Olivinha se destacou em um contra-ataque em que, sozinho, marcou de bandeja e ainda ganhou o lance de bonificação. Ele foi para o banco ovacionado.

O Fla deixou o time de Campos encostar no final, com dois erros seguidos. Um deles, na marcação, após uma tentativa de toco de Meyinsse que sobrou na mão de um dos rivais. O outro, na saída de bola, com Douglas. Neto parou o jogo para orientações. No fim, dez pontos de diferença em meio a altos e baixos.


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