Marcelinho mantém fio de esperança, mas retorno nas finais é 'complicado'







Definitivamente o banco de reservas não combina com o ala Marcelinho Machado. As cadeiras do ginásio do Tijuca, muito menos. Mas elas poderão continuar abrigando o capitão rubro-negro até o fim do NBB. Sem jogar desde a primeira partida da temporada, quando sofreu uma grave lesão no ligamento cruzado anterior do joelho direito contra o Vila Velha e teve de ser submetido a uma artroscopia, o camisa 4 do Flamengo não vê a hora de trocar o papel de torcedor pelo de jogador e voltar às quadras. Porém, sincero e realista, Marcelinho reconhece que será difícil se recuperar a tempo de ajudar seus companheiros na luta pelo título da temporada 2012/2013.

Marcelinho sofre do lado de fora durante a vitória do Flamengo sofre o Paulistano  (Foto: Alexandre Vidal - Fla Imagem  )Sem poder ajudar, Marcelinho sofre calado atrás do banco de reservas (Foto: Alexandre Vidal - Fla Imagem )

- Me sinto cada vez melhor, mas só daqui duas ou três semanas que poderei ter uma noção exata de quando poderei voltar a jogar. Estou trabalhando para isso, mas sabemos que é complicado. O tempo de recuperação era de seis meses, mas infelizmente a final será disputada antes desse prazo, por isso é difícil fazer qualquer tipo de previsão - explicou Marcelinho, quase resignado. 

Mesmo que consiga se recuperar clinicamente a tempo de voltar a atuar ainda nos playoffs, o ala rubro-negro reconhece que dificilmente estará na ponta dos cascos.

- Estou evoluindo a cada dia, mas 100% eu sei que não vou estar nesta temporada. Por isso que tudo será avaliado com os médicos e a comissão técnica. Só vou voltar a jogar se sentir que posso ajudar de alguma maneira a equipe dentro de quadra - revelou o jogador.

Pior do que a ansiedade e as longas sessões de fisioterapia, que é submetido diariamente, é a sensação de impotência que o jogador sente a cada partida. A mesma do torcedor rubro-negro comum, que assim como ele, sofreu durante a vitória, de virada, sobre o Paulistano, nesta quinta-feira, no Tijuca. Sentado atrás do banco de reservas do Flamengo, Marcelinho parecia um peixe fora d'água durante os 40 minutos de bola em jogo que deixou o confronto das quartas de final em 2 a 0 para os cariocas.

- É muito difícil ficar fora e não poder ajudar a equipe em quadra. Principalmente numa hora decisiva como essa. O clima e o ambiente dos playoffs contagiam qualquer jogador e ficar de fora é duro - desabafou o capitão rubro-negro.


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