Como foi o jogo Flamengo x Minas - 19ª vitória no NBB 2012/2013







Do banco, Kojo assistia ao jovem Gegê armar o time da Gávea. Com um jogo mais cadenciado, os comandados do técnico José Neto não encontravam muitos espaços no garrafão do Minas. O equilíbrio marcava o período, com as equipes se alternando na liderança do placar. Uma bola de três no aro chutada por Benite e outra de Caio Torres foram a senha para que o rival abrisse 12 a 9. A velocidade dos donos da casa só entrou em cena pouco depois da metade do primeiro quarto. Gegê subiu mais alto do que os pivôs adversários, ligou o contra-ataque com Olivinha, que recolocou a equipe na frente (13 a 12). Marquinhos recebia marcação dupla. O Flamengo também apertava a sua, mas no ataque as bolas teimavam em não cair. Apesar disso, foi para o intervalo em vantagem: 17 a 14.

Brilho do banco

Kojo veio para o jogo. Duda também. Mas as bolas continuavam procurando o aro. O Minas tinha um aproveitamento melhor.  Abriu 26 a 21 e foi fazendo, aos pouquinhos, as testas na arquibancada começarem a ficar franzidas. Foram três minutos sem comemorar um pontinho sequer. Neto trocava as peças, até que chamou Feliz. Em seu primeiro lance, o novato de 22 anos pegou um rebote, ligou o contra-ataque e, lá na frente, Bruno Zanotti convertou a cesta do empate (26 a 26). A torcida respirou aliviada e começou a cantar novamente a plenos pulmões. O Minas já errava mais, e o Flamengo aproveitava. Kojo corria e fazia 30 a 29.  Um arremesso longo de Duda e mais dois do armador deram aos anfitriões a vantagem de 35 a 29 no fim do primeiro tempo.

Marquinhos na partida de basquete do Flamengo contra o Minas (Foto: Alexandre Vidal / Fla Imagem)
Marquinhos leva o Flamengo ao ataque contra o Minas (Foto: Alexandre Vidal / Fla Imagem)

Fla dispara

Na volta do vestiário, nem parecia que estava ali o Flamengo que passou sufoco. O jogo fluía com a facilidade habitual e os números no marcador mudavam com rapidez. No meio da quadra, Duda roubou uma bola, partiu para uma enterrada de costas. E tomou um susto quando percebeu que tinha batido no aro. Atento, pegou o rebote e consertou tudo. O Minas, quando viu, já estava 12 pontos atrás (49 a 37). Restando três minutos, Marquinhos voltava ao jogo. Tudo seguia sob controle e o ala, da linha de três, também dava sua contribuição para aumentar a frente: 62 a 49.

Festa rubro-negra, e Brasília na mira

Os visitantes lutavam. Só que era difícil conter o ímpeto dos donos da casa.  A defesa trabalhava bem e Marquinhos acertava a mão. Com 73 a 54, o ritmo continua intenso. Kojo já tinha feito a sua parte e foi descansar com 13 pontos no bolso. Olivinha brigava nos rebotes e os meninos Diego, Gegê e Feliz se empenhavam para não deixar o ritmo cair. Não havia mais muito que o Minas pudesse fazer.  O Flamengo sobrava e a torcida já pensava no tradicional rival. Cantava: "Brasília, pode esperar, a sua hora vai chegar". Em quadra, os jogadores mantinham a concentração, queriam mais. Se lamentavam uma cesta perdida, caprichavam ainda mais na jogada seguinte. E assim, derrubaram mais uma vez o rival que estava entre aqueles que consideravam perigosos.


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