Marquinhos diz que está no melhor momento da carreira








Acertar a cesta nunca foi uma novidade na carreira de Marquinhos. Tampouco ter seu nome entre os maiores pontuadores de uma competição. Com 235 pontos anotados em 11 partidas - média de 21,3 por jogo -, o ala do Flamengo é o principal cestinha do NBB e o grande nome da campanha histórica da equipe rubro-negra com 11 vitórias em 11 partidas.

Apenas em duas partidas ele não foi o maior pontuador da equipe - contra Franca e Limeira, o posto foi de Vitor Benite. Aos 28 anos, o ala da seleção brasileira, contratado em junho de 2012, afirma que a identificação com o torcedor rubro-negro foi imediata.

- Estou vivendo um momento especial. O melhor da minha carreira. Fui muito bem recebido pelo grupo e, principalmente, pelo torcedor do Flamengo. Estou apenas retribuindo todo esse carinho dentro de quadra. Venho de três ótimas temporadas pelo Pinheiros, ganhei uma confiança muito grande na seleção brasileira e estou trabalhando muito forte com o Neto (José, técnico). Acho que estou apenas colhendo os frutos que plantei - afirmou Marquinhos, depois da sofrida vitória sobre o São José, na última segunda-feira.

Info_MARQUINHOS-BASQUETE-FLAMENGO-03 (Foto: infoesporte)

Mas nem só de pontos tem vivido o camisa 11 do Flamengo, que, em números absolutos, fica atrás de Paulinho (Pinheiros, 247) e Jefferson (São José, 244), que têm um jogo a mais. Na atual temporada, ele é o jogador que mais tempo permanece em quadra pelo rubro-negro, com uma média de pouco mais de 31 minutos por jogo, o ala é também o líder em assistências da equipe com três passes decisivos por partida, o maior ladrão de bola, com 1.9 recuperadas por jogo e o terceiro melhor reboteiro, com 4.8 por confronto, atrás somente de Olivinha e Caio Torres, com médias de 9.2 e 5.2, respectivamente.

Apesar dos destaques individuais, Marquinhos faz questão de enaltecer a filosofia de trabalho do técnico José Neto e dividir os louros com o restante do elenco rubro-negro.

-  Eu acho que devo muito desse momento ao trabalho implantado pelo Neto, no qual todos os jogadores acreditam. A união é outro fator determinante para o nosso sucesso. Desde que perdemos o Marcelinho, cada jogador tem se superado e entrado em quadra para suprir a ausência de um companheiro. Agora perdemos o Shilton, e contra o São José, por exemplo, tive que fazer a função de pivô para ajudar. A superação tem sido a característica principal desse grupo - revelou.

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