Como foi o jogo: Palmeiras x Flamengo pelo NBB 5







O adversário pode mudar, mas a estratégia do Flamengo de começar o primeiro quarto a 100km/h já virou rotina. Neste sábado não foi diferente. Para abrir os trabalhos, uma sequência de 10 a 0 que obrigou o espanhol Arturo Alvarez a pedir tempo. A ação do técnico palmeirense pouco mudou o panorama da partida. Principalmente em razão da pontaria certeira de Benite, implacável nas bolas de três. Com quatro arremessos certos em quatro tentados, o armador anotou 14 pontos e foi o responsável direto pela vitória parcial de 29 a 14 a favor do time rubro-negro.

Benite diminuiu seu percentual de acertos no começo do segundo quarto, mas o Flamengo não. Pelo menos até a metade do período, quando a diferença se manteve em 15 pontos. José Neto, então, aproveitou para rodar o time, e colocou Gegê, Duda e Feliz em quadra. Sem o mesmo ritmo dos demais companheiros, a equipe caiu de produção, e o Palmeiras diminuiu o prejuízo para nove pontos (36 a 27). Mas foi só um susto. Rapidamente, o trio esquentou e a vantagem voltou a ser confortável até o estouro do cronômetro (52 a 38).

Se antes de a bola subir, a torcida do Flamengo presente ao Ginásio Professor Hugo Ramos já era maioria, depois do intervalo, então, as camisas do Palmeiras praticamente desapareceram. Os poucos que permaneceram, que sequer vestiam a camisa do clube ou de qualquer torcida organizada, passaram a provocar os rubro-negros e por alguns instantes ameaçaram a paz que reinava absoluta. Os seguranças, porém, agiram rápido, convenceram os baderneiros de ambos os lados a deixarem o local e o bate-boca, que nem chegou a virar uma confusão, quase não foi notada.

Enquanto isso, em quadra, o Flamengo seguia soberano. Com os titulares ou os reservas, a diferença só crescia e, de 14 pontos ao fim do primeiro tempo, pulou para 30 a dez minutos para o fim do primeiro clássico entre clubes de camisa do NBB.

Com a vitória praticamente assegurada, o técnico José Neto aproveitou para dar um descanso ao ala Marquinhos. Mesmo com seu principal pontuador na competição sentado no banco de reservas durante todo o último quarto, o time carioca fez 28 a 13 nos dez minutos finais, venceu por 106 a 61 e deu mostras que pretende bater seu próprio recorde de 17 vitórias consecutivas na temporada regular, conquista na primeira edição do NBB, em 2008/2009.


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