Como foi o jogo Flamengo x Paulistano - NBB 5







Sob o olhar do presidente rubro-negro, Eduardo Bandeira de Mello, que pela primeira vez foi ao ginásio acompanhar a equipe de basquete, o time da Gávea mostrava a intensidade de sempre. Mas encontrou um rival que também abusava da velocidade no ataque, defendia forte e chegou a conseguir uma virada no primeiro quarto, após Kojo ter a bola roubada no meio da quadra (18 a 17). O armador se redimiu logo em seguida, colocando a equipe da casa na frente novamente. O Paulistano poderia ter diminuído, mas estourou os 24s de posse de bola e viu o rival levar a parcial: 21 a 18.     

No segundo quarto, Gegê e Duda deixaram o banco de reservas. O ritmo da partida continuava intenso. A diferença caiu para 30 a 28 graças a Toyloy. Eddy forçava a passagem por Caio Torres. O pivô fechava a porta. Na metade do período, o técnico José Neto entrou na quadra para falar com a arbitragem e tomou falta técnica. Inconformado, não demorou para levar a segunda e acabar expulso. O Flamengo teria de seguir sem seu comandante. E reagiu bem. Marquinhos chamou a responsabilidade. Procurava ir próximo à grade para vibrar com a torcida. Foi para o vestiário com 17 pontos na conta e com a vantagem de 47 a 40. 

A corrente antes de começar o terceiro período era o reflexo do espírito da equipe. Um ajudava o outro. E assim foram construindo uma vantagem confortável (65 a 51). O Paulistano já não parecia tão forte como antes. Tinha dificuldade de encontrar o caminho até a cesta e ainda sofria a pressão da arquibancada. O barulho atrapalhava na concentração durante os lances livres. Mas empurrava Marquinhos e Cia. Com uma bola de três, Gegê fez 71 a 51. Gustavo De Conti pediu tempo. Na volta, Bruno Zanotti, o ala da seleção paraguaia recém-contratado pelo Flamengo, fez sua estreia. Ficou 40s em ação. Restava um minuto, que foi bem aproveitado: 76 a 54.

Mesmo com a grande vantagem no placar, o Flamengo não diminuiu o ritmo. Queria mais. Continuava brigando no garrafão pelos rebotes, continuava dando trabalho nos arremessos longos. A essa altura, os ataques eram ao som de "olé". Restando 2m21s para o fim, Marquinhos foi para o banco descansar. Teve o nome gritado em reconhecimento. De lá, viu seus companheiros assegurarem a invencibilidade no campeonato.

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